Facebook e Twitter influenciam compras de Natal, diz estudo

Postado por Renata Maffeis em 15 dezembro 2009 às 11:12 no site http://iabbrasil.ning.com

Cerca de 28% dos americanos que começaram a fazer as compras de Natal afirmaram que as redes sociais na internet, como Facebook e Twitter, influenciaram em suas escolhas de presentes, segundo um estudo da empresa comScore. O alto índice de influência da rede nos consumidores dos Estados Unidos mostra o impacto que estes sites podem ter nos próximos anos.

O estudo também aponta que os comentários escritos por outros usuários influenciaram nas decisões de compras de 13% dos consumidores consultados. Outros 11% afirmaram seguir a opinião de um especialista através do Twitter ou Facebook. Já o restante dos entrevistados admitiu seguir os comentários de algum amigo ou de empresas que oferecem descontos através das redes sociais citadas.

“As redes sociais aparentemente estão surgindo como um importante canal de marketing nesta época de festas de final de ano”, indicou Gian Fulgoni, presidente e cofundador da comScore. Fulgoni afirmou que os resultados da pesquisa, realizada entre 4 e 7 de dezembro, dão uma ideia do impacto que as redes sociais terão durante a próxima década. Fulgoni acredita que possuir uma estratégia empresarial para lidar com as redes sociais é uma boa aposta, que ainda envolve custos muito baixos.

Várias empresas, como a Eastman Kodak, já começaram a usar as redes sociais como Facebook, que possui mais de 350 milhões de usuários, para promover os seus produtos.

Somente a publicidade na internet cresceu este ano, diz estudo

Postado por Renata Maffeis em 9 dezembro 2009 às 9:25 no http://iabbrasil.ning.com

Enquanto o meio online teve alta de 9,5%, o mercado publicitário em geral caiu 10% em 2009

Os gastos mundiais com publicidade deverão cair 10,2% este ano, para US$ 443,7 bilhões, disse a ZenithOptimedia, empresa compradora de espaço publicitário sediada em Londres, pertencente ao Publicis Groupe, em um comunicado divulgado por e-mail.

A recessão, a pior desde a década de 1930, desencadeou um declínio “sem precedentes” na publicidade, disse a ZenithOptimedia. As quedas continuarão na América do Norte, na Europa Ocidental e no Japão em 2010, uma vez que o crescimento econômico continua lento e incerto.

A Ásia do Pacífico e a América Latina cresceram este ano e continuarão a se expandir em 2010, disse a empresa.

“Prevemos que a recuperação se fortalecerá persistentemente e que a confiança das empresas e dos consumidores continuará a melhorar, com crescimento econômico de 3,9% em 2011 e de 4,8% em 2012″, disse a empresa no comunicado de hoje.

A Internet foi a única forma de publicidade a crescer este ano, com uma expansão de cerca de 9,5%, seguida por um avanço anual de 12% a 13% nos próximos três anos, disse a ZenithOptimedia. A Internet provavelmente superará os jornais como o segundo maior meio de publicidade em meados da próxima década, previu a empresa.

Dentro do crescimento da Internet, os anúncios vinculados a resultados de busca são a forma mais popular de marketing, e deverão aumentar 15% este ano, previu a empresa. Os anúncios postados na Internet deverão aumentar 6% em 2009 e os classificados, 2%, estimou a ZenithOptimedia.

A projeção da empresa é que a publicidade em televisão caia 7,6% em 2009, embora a participação desse meio no mercado publicitário como um todo aumente de 38,2% para 39,2%, disse a ZenithOptimedia.

Fonte: Brasil Econômico/Bloomberg

Prefeitura de SP investirá R$ 126 mi em 2010

Notícia publicada no Meio e Mensagem.

08 de Dezembro de 2009 às 13:26

Os investimentos em publicidade da prefeitura de São Paulo para o ano de 2010 deverão ultrapassar as quantias direcionadas para outras tarefas da administração pública, como o gerenciamento de áreas de risco e reformas de corredores de ônibus, por exemplo.

A Comissão de Finanças da Câmara Municipal autorizou que o prefeito da cidade, Gilberto Kassab, destine R$ 126 milhões em publicidade no próximo ano. O valor é bem superior à verba de 2009. Neste ano, a administração do município de São Paulo deverá encerrar o exercício com R$ 90 milhões aplicados em campanhas e em ações publicitárias.

De acordo com a Comissão de Finanças da Câmara, o aumento da verba publicitária poderá ser viabilizado graças ao adicional de R$ 780 milhões que o governo municipal espera obter com o aumento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e do Imposto Sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI).

Segundo o próprio prefeito, Gilberto Kassab, a verba será direcionada para a divulgação de campanhas relacionadas às obras da prefeitura e a divulgação de planos assistenciais.

Com informações da Agência Estado.

Pesquisa do IBOPE Mídia traça o perfil de consumo da elite brasileira

Dezembro 2, 2009 Rafael Gonzalez 1 comment

Com o objetivo de conhecer de forma detalhada os hábitos e comportamentos de consumo da população com alto poder aquisitivo, o IBOPE Mídia lança um estudo inédito que desvenda o perfil da chamada elite brasileira.

A pesquisa The Elite Consumer retrata as opiniões dos usuários de internet que figuram na camada Top 5% de alto potencial de consumo, de acordo com o padrão de Nível Socieconômico adotado pelo Target Group Index na América Latina, e além do Brasil foi realizada em países como Argentina, Colômbia e México. “Há alguns anos era latente a demanda por conhecer melhor este consumidor. Agora podemos apresentar um quadro abrangente e harmonizado deste segmento em vários países da América Latina”, afirma Roberto Lobl, diretor de negócios do IBOPE Media.

O estudo aponta que 85% deste público seleto confia na internet como fonte de informação – 91% deles buscam dados na web sobre produtos antes de efetuarem uma compra. Os brasileiros destacam-se no entendimento de que o consumo online é mais conveniente (82%), se comparados a argentinos, colombianos e mexicanos, que se mostram mais conservadores: menos da metade concorda com esta percepção.

Na hora de comprar, a maioria da população (81%) concorda que vale a pena pagar mais por produtos de qualidade e a lealdade às marcas é evidenciada por 70% dos consumidores de alto padrão no Brasil, México e Argentina. “A pesquisa traça um verdadeiro retrato do consumidor premium, que valoriza o luxo e a excelência dos produtos e marcas com que interage”, destaca Juliana Sawaia, gerente de marketing do IBOPE Mídia.

Em relação a intenção de compra nos próximos 12 meses, 50% dos brasileiros apontam o aparelho Smartphone como objeto de desejo. Quando questionadas, 76% das mulheres comprariam produtos para o cuidado com a pele, 50% optariam por um computador e 45% por roupas de grife. A média de gasto dessas mulheres com cosméticos, nos últimos 12 meses, foi de R$ 733.

Já entre o público masculino destacam-se produtos como telefone celular (57%), computadores (54%), perfumes (49%) e roupas de grife (41%). Quando o tema é beleza, 50% dos homens adquiriram produtos para o cuidado com a pele para consumo próprio e 35% para dar de presente. O gasto médio anual masculino com presentes desta categoria é de R$ 616, enquanto o feminino é de R$300.

A população retratada pelo The Elite Consumer possui alta taxa de uso de serviços bancários e faz ampla utilização dos autosserviços financeiros: 63% deles usam home banking, enquanto 56% delas usufruem da ferramenta – 49% do público masculino utiliza o caixa eletrônico contra 45% das mulheres e o índice de acesso via internet pelo celular é de 6% para eles e 4% para elas.

Metodologia:

O estudo The Elite Consumer é aferido com o mesmo padrão metodológico na Argentina, Brasil, Colômbia e México, com pessoas de 20 a 64 anos, que representam o top 5% em nível sócio-econômico e que tenham acessado a internet nos últimos 3 meses.

Fonte: IBOPE Media

Quer investir em mídias sociais? Seja relevante

Texto original publicado no Webinsider – 30 de novembro de 2009, 17:41

Todo mundo fala em revolução da mídia social, mas será que os profissionais de criatividade realmente têm noção do quanto nossa vida mudou e o nosso tempo encurtou? Não adianta investir só para estar na moda.

Por Marcelo Mendonça Godoy

Mídias sociais. Tema assunto do momento, ainda traz mais questionamentos do que respostas. E destas poucas, a maioria especula sob o mote: “vivemos uma revolução, então pouco se sabe quais os padrões que serão adotados no futuro. Muita coisa ainda está por vir.”

Sim, muita coisa ainda está por vir. Mas o que notamos visivelmente é o posicionamento tomado após tal desculpa: o planejamento feito para a tal da mídia social é inexpressivo, como se estivesse ali porque precisa existir, na base do “hoje em dia não pode faltar”.

Tenho a honra de estudar com uma professora que é mestre em história da comunicação. Seu nome é Jurema Brasil. Em uma de suas muitas aulas, ouvi uma teoria muito interessante do modo de vida com o qual estamos aprendendo a lidar: ela compara nosso período com a Renascença.

Obviamente não em questão de estética, arte e novos inventos. Mas em evolução da ciência, renovação das idéias, valores e, principalmente, da quebra de antigos paradigmas e a construção de outros – novos em folha – só esperando para serem desenhados pela mão de todos nós; a sociedade.

O mundo, que até o feudalismo era regido sob a esfera religiosa, ganhou nova forma com o advento da modernidade após o Renascimento. Nela, a esfera dominante foi a política. E assim chegamos até a Segunda Grande Guerra e a pós-modernidade. O mundo começava a ser regido pela esfera econômica.

E, com o acúmulo de bens em maior distribuição (onde a publicidade tem papel fundamental), um universo começou a ser criado em paralelo: o universo íntimo-pessoal.

É aí onde estão guardados seus valores religiosos e políticos, suas opiniões sobre temas polêmicos e tudo o que diz respeito a você e o que você gosta.

Tempo curto

Saindo do âmbito sociológico, quero talvez levantar uma questão um quanto tanto perturbadora.

Como anda seu tempo?

Você tem tempo para fazer tudo o que deseja, seus dias passam em uma velocidade tranquila, parece que está tudo em flat mode? Se sim, considere-se muito afortunado.

A grande maioria das pessoas que conheço está sempre em uma batalha travada contra o tempo. E não me refiro a atrasos, muito pelo contrário: a pontualidade nunca foi tão exigida. O fato é que a sociedade vive uma nítida impressão de que as horas sempre passam “voando”, e sempre fica alguma coisa para fazer depois. Aí entra a questão: será mesmo só impressão?

A definição é conhecida: o tempo é uma medida de espaço. Tente abstrair-se do conceito de horas; isto é apenas uma régua inventada. O ato de medir o tempo nos primórdios era baseado em observar a sombra do sol projetada. Ou seja, media-se o espaço que a sombra percorria.

Agora, pense na evolução da comunicação (ela é um reflexo da evolução antropológica). Após a comunicação primária (a fala, face-to-face) e a secundária (imprensa), o mundo sofreu a revolução midiática pelo audiovisual.

Antes mesmo do audiovisual, pense como a comunicação era disseminada: o homem em seu cavalo levando uma mensagem a outros reinos; levava dias, meses. Séculos depois, o telégrafo tinha um delay para o recebimento da mensagem.

E podemos assim citar tantos outros meios de comunicação ao longo dos séculos. A informação demorava a chegar. Mesmo a TV, se a notícia passasse pelo crivo do gatekeeper. Com a internet, o tempo de espera da informação foi reduzido ao mínimo possível.

Então, pessoas que obtêm respostas mais rapidamente tomam decisões mais rapidamente.

Tomando decisões mais rapidamente, terminam seus projetos mais rapidamente. Terminando seus projetos mais rapidamente, abraçam novos projetos e fazem mais coisas.

Com essa cultura do imediatismo, não deixamos de lado nossos sonhos e afazeres pessoais. E assim nossa agenda está sempre lotada. Complete com a faculdade ou a pós, a casa, a família e a namorada.

O tempo parece estar curto ou nós realmente o encurtamos?

Se tempo é uma medida de espaço e espaço igual à distância, com a internet encurtamos a distância (procure por termos como destempo edesespacialização) e consequentemente encurtamos o tempo.

Vivemos um período de descentralização. De poder e de coleta de informação, agora precisamos decidir o que fazer com isso. E, a mídia social veio para isso. VOCÊ constrói uma rede de pessoas com interesses comuns. E a distância não é, literalmente, nenhum empecilho. Pelo contrário, enriquece a troca cultural.

Agora que as peças estão na mesa, começamos a montar o enorme quebra-cabeça que é a “revolução da mídia social”.

Só no Brasil

•    Orkut – 35 milhões de perfis ativos (Comscore)
•    Média de navegação por usuário em mídia social – 4h/mês (Comscore)
•    87% dos brasileiros online estão o Orkut (Comscore)
•    17% dos internautas criam blogs ou sites (Cetic.Br)
•    51% dos internautas residenciais lêem blogs (Ibope/NetRatings)
•    5 milhões de perfis no Twitter (Info)
•    74% dos internautas do Brasil assistem vídeos online (Cetic.Br)
•    15% fazem uploads de vídeos (Cetic.Br)
•    43% ouvem rádio em tempo real (Cetic.Br)
•    Facebook 2,7 milhões perfis de brasileiros (Ibope/NetRatings)

Certo. Agora enxerguemos a mídia social com um olhar um pouco diferenciado.

Não é nenhuma novidade, o conceito das premissas básicas do posicionamento corporativo em redes sociais. Vou ressaltar alguns, em resumo, para quem talvez não tenha visto:

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A influência da mídia na escolha pessoal

Premissas:

#1 – O FOCO da rede social é a pessoa.
#2 – O tratamento com seu consumidor é baseado em um diálogo e não mais naquele velho monólogo de sempre. Ouça, entenda, responda.
#3 – Faça seus consumidores te amarem ou te odiarem. Mas não os deixeindiferentes.
#4 – Entenda que você estará gerenciando o risco da marca, e esta ficará imortalizada na internet. O que pode ser muito bom como o caso da Dell e do Starbucks. Ou, muito ruim, como o caso da Domino’s Pizza e KFC.
#5 – Saiba trabalhar as redes com o enfoque correto, assim sua comunicação será mais assertiva.

Exemplos de mídias para quem quer:

Se Comunicar

Blogs: Blogger, WordPress
Microblogs: Twitter, Pownce
Redes sociais: Orkut, Facebook, LinkedIn, MySpace, Drimio
Eventos: Upcoming

Colaborar

Wikis: Wikipedia
Social bookmarking / Agregadores de sites: Del.icio.us e StumbleUpon
Social News ou crowdsourcing: Digg, Reddit, EuCurti, Rec6
Sites de opiniões: Epinions

Multimídia

Compartilhamento de fotos: Flickr, Zooomr
Compartilhamento de vídeo: YouTube, Vimeo
Livecasting ou transmissão ao vivo: Justin.tv
Compartilhamento de música/áudio: imeem, Last.fm

E, finalmente o que fazer e o que não fazer quando se planeja ações em mídias sociais:

O que fazer

Produzir conteúdo RELEVANTE
Ser transparente
Disseminar de forma inteligente
Ouvir os clientes
Interagir/relacionar-se
Estar pronto para críticas

O que não fazer

Enganar pessoas
Criar perfis falsos
Enviar spams
Comprar opinião

Outros dados sobre a internet no Brasil

Tem 64,8 milhões de usuários (um terço da população), onde 20,1 milhões são usuários que acessam à internet em suas casas. E destes, 82% utilizam banda larga. Tem como tempo médio gasto com navegação por mês 24 horas e 41 minutos (Setembro 09)

Tem 50% dos internautas utilizando cartão de crédito em suas compras. Tem 79% de usuários que fazem compras online. Teve em 2008, R$ 8,2 bilhões em vendas por e-commerce.

Segundo o Ibope / NetRatings, 76% dos consumidores não acreditam que a publicidade tradicional fale a verdade. E, campanhas partindo de mídias sociais podem ter um impacto 500 vezes maior se as mesmas partissem dos sites da empresa.

Os dados estão aí, de bandeja, e não há porquê menosprezar o potencial desta ferramenta que já devia há muito ter saído do status de novidade e se transformado em um canal completo de marketing.

Digo completo porque não se trata de um veículo comum. Existem ferramentas muito robustas no âmbito de mensuração e gerenciamento. Não tem desculpa para explorar, pois até análises e insights podem ser obtidos por algumas plataformas muito inteligentes.

Também, não se trata apenas de posicionamento online; a autenticidade do seu posicionamento nas mídias sociais deve ser refletida no off-line.  E, as ferramentas também estão aí para cruzar os dados online e off-line e chegar o mais próximo possível do marketing 360º.

Para finalizar, gostaria de deixar explícita a minha idéia aos criativos:

Senhores diretores de arte e redatores, pensem na mídia social! Utilizem-na como uma nova interface de seus trabalhos, explorem suas particularidades e busquem diferenciais para a criação. É a hora de inovar, de crescer e marcar seu espaço!

Redatores, enxerguem nos míseros centoequarentacaracteres, 140 oportunidades.

É uma revolução não só no modo agir e pensar, mas também de como transmitir idéias.

Lembrem-se, o sucesso de sua campanha agora é relativamente proporcional ao quanto ela é relevante para seus consumidores.[Webinsider]

Evento gratuito de Behavioral Targeting.

Evento gratuito sobre:

Behavioral Targeting – A análise de comportamento como diferencial competitivo (O passo além do Web Analytics).

Para quem quer ficar antenado(a) e se atualizar sobre as tendências da internet e de TI, segue calendário completo de eventos  gratuitos na Impacta:

http://www.impacta.com.br/_eventos/index.aspx

Aproveite, não fique olhando o tempo passar.

Identifique seus melhores clientes e demita os indesejados

(Pulicado no HSM Global Brasil em 03/11/2009)

A primeira fase do processo de vendas orientado para o valor é a segmentação. Nesse artigo apresentarei um modelo de 5 passos para que você identifique quais são os clientes mais sensíveis ao valor que você entrega.

 

A primeira fase do processo de vendas orientado para o valor é a segmentação. Nesse artigo apresentarei um modelo de 5 passos para que você identifique quais são os clientes mais sensíveis ao valor que você entrega.

Uma abordagem comercial orientada para o valor pressupõe escolhas. Afinal existem clientes mais alinhados com sua proposta de valor do que outros. Não adotar essa visão significa o risco de realizar um grande esforço para clientes que não valem à pena ou pior ainda: atrair clientes para o seu negócio fora do perfil adequado.

Todo mundo que atua com vendas já teve experiências com clientes indesejados que acabam por gerar um esforço desmedido para sua manutenção. Refiro-me àqueles clientes que destroem um valor maior do que o que constroem (coloque na conta elementos como: o impacto negativo no moral dos funcionários com suas grosserias e pedidos fora do padrão, as solicitações desalinhadas com aquilo que foi vendido etc).

A saída para isso é acertar na nascente: é necessário atrair para seu negócio clientes alinhados com o perfil de valor da oferta que você entrega.

A visão que trago nesse artigo, de forma sintética, tem como objetivo apresentar um roteiro de como tanto a organização como o vendedor podem desenvolver uma segmentação de clientes com essa orientação em 5 passos:

1º Passo: Definição dos principais atributos do cliente ideal
Nessa fase o objetivo é identificar as características que identificam claramente que aquele cliente tem potencial para sua proposta de valor. Uma das formas mais rápidas de se chegar a esse resposta é analisar o perfil de seus clientes ativos que estão satisfeitos com seu negócio. O ideal é que você consiga chegar a três características importantes. Um exemplo: imagine que sua organização atua no setor de tecnologia da informação e está lançando um novo software orientado a treinamento à distância nas empresas. Você pode identificar uma série de atributos importantes para àqueles clientes mais adequados a sua abordagem como: empresas que já compram outros serviços de sua empresa; que valorizam investir em capacitação; que possuem filiais espalhadas por todo o país entre outros elementos.

2º Passo: Definição de peso para os atributos selecionados
Agora é necessário identificar qual o peso relativo de cada um dos atributos selecionados. Eleja os três principais e defina um peso proporcional a cada um deles de modo que a soma do todo represente 100. No exemplo acima você pode definir que os clientes que já compram produtos de sua empresa têm peso 50; os que valorizam capacitação peso 30 e os que possuem filiais, peso 20.
3º Passo: Categorização dos Clientes
Agora que você já tem os atributos mais importantes é necessário identificar os clientes. Pegue uma relação nominal de clientes e faça um ranking. Elabore uma tabela e dê uma nota para cada cliente. Aquele que tiver os três atributos tem nota 100; aquele que tem os 2 primeiros nota 80 e assim por diante. O objetivo é que você consiga ter uma visão geral qualificada do universo potencial de clientes que você tem disponível.

4º Passo: Identificação dos agrupamentos mais valiosos
O objetivo nessa fase é agrupar os clientes de acordo com seu valor. Vamos utilizar aqui o conceito da Curva ABC de clientes. Faça uma tabela onde você agrupe três conjuntos de clientes: na curva A teremos os 20% que receberam a maior pontuação; na B os 30% e na C os 50%. Elimine aqueles que tiraram nota inferior a 20. Esses deverão ser monitorados continuamente, porém, se não evoluírem em sua avaliação, devem ser, idealmente, enviados para a concorrência, pois o valor relativo deles é muito baixo.

5º Passo: Estratégia de Abordagem
Agora que você já tem a identificação dos clientes basta elaborar uma estratégia de abordagem comercial diferenciada para cada agrupamento. Um exemplo: Aqueles que fazem parte da curva A podem receber uma abordagem prioritária pessoal com uma ação de marketing exclusiva; aqueles da B receberão apenas a visita pessoal e os da C podem receber uma abordagem telefônica para ganhar escala. A abordagem variará de acordo com sua estratégia. O importante é que você selecione uma iniciativa diferenciada para cada nicho de clientes.

Por meio destes cinco passos você conseguirá definir, em última instância, qual é o esforço necessário para abordar cada cliente individualmente. Tenho certeza que você já faz esse exercício de forma intuitiva. Porém, a complexidade crescente de nosso negócio faz com que seja necessário aliarmos essa visão empírica com mais racionalidade para potencializarmos nossa ação e gerarmos mais vendas. No próximo artigo abordaremos a 2ª fase do processo comercial orientado a valor: o diagnóstico.

Empresas de SP ainda estão longe das redes sociais

Notícia original no site do www.mmonline.com.br
Por Gabriel Navarro, 18 de Novembro de 2009 às 10:5o

Apenas uma em cada quatro organizações tem perfil na internet, segundo estudo da Associação Comercial de São Paulo

 

A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) concluiu um estudo sobre como o empresário paulista lida com a internet na hora de gerar negócios e concluiu que apenas 23% dos consultados utilizam comunidades virtuais para promover as próprias marcas. A pesquisa contou com 1.200 entrevistas e dados de comércio eletrônico.

Todo os resultados do levantamento serão apresentados por Sandra Turchi, superintendente de Marekting da ACSP, na próxima quinta-feira, 26, das 9h às 18h30, no Ciclo de Seminários – Comércio Eletrônico para Micro e Pequena Empresa. O evento, promovido pela associação, será no Teatro Gazeta (Avenida Paulista, 900), na capital paulista.

YouTube coloca o cidadão mais perto das redações jornalísticas

Notícia original retirada do site www.olhardigital.com.br e compartilhada aqui.

O YouTube lançou na última terça feira, 17 de novembro, a plataforma Direct, que permite queusuários subam seusvídeos diretamente em sites de notícias que utilizam materiais colaborativos para reportagens de televisão. Essa ferramenta funciona como um canal de jornalismo popular, ou seja, separa o que é factual e informativo, dos milhões de uploads diários de vídeos de entretenimento.

A princípio, a ferramenta está disponível para alguns jornais internacionais como o NPR (National Public Radio), Politico, San Francisco Chronicle e Huffington Post. Esses sites disponibilizam um botão que permite ao usuário o upload de um vídeo dentro da home dos veículos, e, do outro lado, os editores de conteúdo do site ficam responsáveis por aprovar os materiais para exibição, de acordo com a sua linha editorial.

Esse processo evita falsas informações, como a que ocorreu hoje, 18 de novembro, com a principal agência de notícias da Bélgica, a Belga. Através de seu sistema de “jornalismo cidadão” chamado “I Have News” (Eu tenho notícias, ao pé da letra), um usuário divulgou a falsa informação de que a rainha Fabíola da Bélgica tinha morrido. O canal cidadão foi inaugurado no dia 16 de novembro.

Para o YouTube, o novo recurso promete dar mais um impulso ao jornalismo feito pelo usuário, que ganhou espaço com a eleição de Barack Obama e com os protestos feitos no Irã. O maior concorrente do Direct é o iReport, da CNN, que também permite que os usuários enviem diretamente suas produções para a rede de notícias.

Projetos enfeitados que perdem o fôlego logo

Artigo publicado originalmente no webinsider dia 22 de outubro de 2009, 19:27

Muitas empresas não percebem que um portal menos complexo, que se expande ao longo do tempo, pode se tornar mais rentável do que um mega portal caríssimo que não será renovado. Já viu algum caso assim?

Por Alexandre Ibáñez Gómez

Quando a sua empresa inicia um novo projeto de site, naturalmente você já se pergunta se ele é realmente necessário. E também procura entender as vantagens que ele trará e, principalmente, se vai gerar receita de alguma forma.

Provavelmente a resposta será sim para todas as perguntas. Mas e no longo prazo? Como esse projeto estará daqui a um ano, dois, ou cinco? Ele poderá ser atualizado por outro?

A pergunta é provocativa mesmo.

Certa vez estruturei um projeto muito interessante de divulgação de um produto. Foi montado um site sofisticado, com todos os recursos, apoiado por uma bela campanha de mídia.

Foi um sucesso. O cliente ficou satisfeito com os índices de acesso e comentários que recebeu.

À primeira vista, o projeto foi bem sucedido, mas na realidade o sucesso foi apenas parcial. Porque seis meses após o lançamento, o consumidor final não tinha mais motivo para entrar no site.

Já tinha conhecido o produto e visto milhares de imagens e vídeos. Com isso, a audiência do portal era sustentada apenas pelos novos visitantes atraídos pela mídia, e os antigos nunca mais voltaram.

O site já não tinha mais atrativos para trazê-los de volta.

Apesar de ter cumprido o papel imediato de divulgar o produto, ele perdeu a oportunidade de prosseguir divulgando o produto.

A oportunidade de conquistar o consumidor e estabelecer uma relação duradoura se perdeu com o tempo. Nada de novo foi criado.

Algumas perguntas

Para evitar que o mesmo ocorra com o seu projeto, creio que você pode fazer algumas perguntas sobre seu plano de comunicação:

Quando sua empresa solicita a criação de um portal, independentemente do seu tamanho, ele está enquadrado em um contexto maior?

Estará conectado com as campanhas e terá uma renovação de conteúdo para atrair aquele primeiro visitante curioso?

Grandes oportunidades são perdidas com essa visão de curto prazo do negócio, principalmente no meio web.

Uma alternativa para cobrir esse “gap” que surgiu seria montar um site que se renove constantemente. Uma área básica como guarda-chuva e diversos outros conteúdos que atraem as visitas do seu consumidor.

Agora acrescente a isso um sistema de cadastros (com uma integração com CRM). Imagine o acervo de informações que o visitante concordou em dar, como seus gostos e preferências. Se você conseguir isso, terá muitas oportunidades para marketing e relacionamento aparecendo no horizonte da sua empresa.

Claro que isso demanda tempo e dinheiro, e nem sempre isso está disponível.

Mas o que muitas empresas não percebem é que, na grande maioria das vezes, um portal menos complexo, que vá se expandindo ao longo do tempo, pode se tornar mais rentável (tanto economicamente quanto em relacionamento) do que um mega portal caríssimo que não será renovado.

Exatamente como aconteceu com aquele portal da… como era o nome mesmo? [Webinsider]